Por: João Martinelli, em 28.05.2010 / visualizada : 125
A Comissão Consultiva do Iamspe participou da audiência pública, na Assembleia Legislativa de São Paulo, 27/5, antecipando as discussões sobre a Lei de Diretrizes de Base ( LDO) com o objetivo de pressionar o Poder Executivo a aprovar os recursos destinados ao Iamspe, sendo que o ponto central do evento foi o não repasse pelo governo da contribuição paritária que é os 2% do Orçamento proporcionais a contribuição dos servidores.
A Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe que promoveu a reunião foi criticada pela ausência dos parlamentares, já que é composta de 36 deputados e apenas dois estiveram presentes: Roberto Felício (PT) e Marcos Martins (PT). Foram levantadas várias denúncias sobre os serviços prestados pelo órgão, entre elas de que as refeições, que estão terceirizadas, servidas nos hospitais são verdadeiras “lavagens”; os acompanhantes dos doentes não têm o mínimo de conforto; o atraso na entrega das carteirinhas que permite os servidores de serem atendidos e que existe na Assembléia projeto de que os hospitais e Santa Casas não precisam apresentar certidão negativa.
O prof Guilherme Nascimento, presidente do Capesp e membro da CCM-Litoral Sul/SP, cobrou da superintendência a ambulância com equipamento de UTI prometida a mais de um ano e meio para a região, além de reforçar os 2% de contrapartida do governo.
Como propostas de luta ficaram acertadas gestão junto aos parlamentares, que o ofício seja entregue pessoalmente ao deputado; que os servidores em suas cidades enviam moções aos vereadores e pressione os deputados e mobilização de todo o funcionalismo estadual.
NR.: O Instituto tem um Orçamento anual de cerca de R$ 550 milhões sendo que R$ 450 milhões são dos servidores e o restante vem do governo por meio de um Acordo de Gestão assinado em 2008.
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